Quem é Yasmin Pedrosa

Da crítica de cinema ao set, uma trajetória que mistura pesquisa, escrita, imagem em movimento e projetos autorais em múltiplas linguagens.

Uma sala de edição escura e elegante, com uma grande mesa de madeira escura ocupada por dois monitores calibrados exibindo um filme em processo de correção de cor, com planos de São Paulo à noite cheios de bokeh. Um teclado de edição, um painel de correção de cor com rodas coloridas e um SSD profissional repousam ao lado de um caderno aberto com anotações técnicas em português. A única fonte de luz é o brilho dos monitores e um sutil LED azul atrás da tela, criando um ambiente cinematográfico, sério e imersivo. Fotografia realista, em perspectiva ligeiramente oblíqua, com foco seletivo nos controles de cor e atmosfera de estúdio profissional.
Uma câmera de cinema montada em um tripé robusto sobre o terraço de um prédio em São Paulo, voltada para o horizonte urbano com prédios modernos, antenas e letreiros desfocados. Ao lado, um monitor externo pequeno exibe um frame congelado de uma cena noturna estilosa, com cores contrastadas. Um livro de crítica de cinema em português, de capa sóbria, está apoiado no parapeito, junto a um caderno de anotações fechado. A cena é iluminada pela luz dourada do fim de tarde, criando reflexos suaves no metal da câmera e um clima contemplativo, autoral. Fotografia realista, capturada em ângulo baixo, reforçando a sensação de produção cinematográfica profissional.

Entre crítica, roteiro e imagem

Sou Yasmin Pedrosa, crítica de cinema, roteirista e criadora audiovisual. Meu olhar para o cinema nasce do encontro entre teoria e prática: estudo linguagem, montagem e história do cinema, mas também vivo o set, a escrita de roteiro e a construção de imagens. Minhas referências passam por cineastas como Agnès Varda, Claire Denis, Wong Kar-wai, Pedro Costa e Eduardo Coutinho, além de críticas e pensadoras que tratam o cinema como experiência política, sensorial e de memória. Interessa-me o detalhe – o gesto, a luz, o som – e como tudo isso se articula com questões de classe, gênero, raça e território. Aqui você encontra meus ensaios críticos, muitos deles originalmente publicados no Substack, sempre buscando ler filmes para além do lançamento e da lógica de mercado, situando cada obra em uma conversa maior com a história do cinema e com o presente. No meu portfólio reúno trabalhos em fotografia, vídeo e projetos audiovisuais que dialogam diretamente com essa forma de ver e pensar imagens; acesse a página /portfolio para conhecer esses projetos em detalhe. Se você procura parceria para crítica, roteiro, consultoria de projetos ou trabalhos de direção e pesquisa visual, entre em contato para conversarmos sobre colaborações e novos filmes possíveis.

Uma mesa de trabalho minimalista de madeira clara vista de cima, organizada com precisão: câmera de cinema digital preta com detalhes em vermelho, um microfone de estúdio, um tablet exibindo um storyboard de cenas, folhas de roteiro em português com margens marcadas por post-its coloridos e um par de fones de ouvido profissionais fechados. Ao fundo, um monitor ultrawide exibe uma linha do tempo de edição de vídeo com cores vibrantes. A luz é suave e difusa, como de um dia nublado em São Paulo, entrando por uma janela fora de quadro, criando sombras delicadas e um clima de concentração criativa. Fotografia realista, composição flat lay, com foco nítido em todos os elementos.

Manifesto de um olhar cinematográfico radical

Interessa-me o cinema que arrisca forma, tempo e corpo. Nas críticas e nos filmes, busco fricção, ambiguidade e política nas escolhas de enquadrar, montar e sonorizar.

Um laptop elegante de alumínio escovado aberto em uma mesa de madeira escura, exibindo na tela uma página de crítica de cinema em português, com uma imagem desfocada de um cartaz de filme ao fundo. Ao lado, uma câmera mirrorless profissional preta com lente grande angular, um caderno de capa dura grafite com anotações manuscritas sugeridas por sombras e uma caneta estilosa de metal preto. O conjunto está em um apartamento moderno em São Paulo, com janelas altas e a silhueta desfocada da cidade à noite. A luz vem de um abajur quente lateral, criando reflexos sutis no metal e um clima sofisticado, introspectivo, fotografado em estilo realista com profundidade de campo rasa e composição em regra dos terços.
Uma prateleira de estúdio audiovisual sofisticado em São Paulo, com fundo cinza grafite, cuidadosamente organizada com câmeras fotográficas e de vídeo pretas, lentes variadas com reflexos arroxeados nos vidros, caixas de armazenamento etiquetadas e alguns livros de teoria do cinema e roteirismo em português, de lombadas discretas. Um projetor de cinema compacto repousa em destaque, com sua lente voltada levemente para baixo. A iluminação é de feixes direcionais quentes, como de spots de galeria, criando sombras marcadas e realçando texturas de metal e vidro. Fotografia realista em composição frontal, com foco nítido e atmosfera de estúdio profissional, limpa e sofisticada.
Um bloco de roteiro de cinema impresso em papel branco de alta gramatura, preso por brads dourados, repousando sobre uma mesa preta fosca. Ao redor, espalham-se esboços de enquadramentos, notas de direção em português e um tablet mostrando uma página de formatação de roteiro profissional. Um clapper board de cinema em preto e branco, limpo e bem alinhado, fica parcialmente em primeiro plano. O ambiente lembra uma produtora audiovisual em São Paulo, com estantes de equipamentos desfocadas ao fundo. A iluminação é de luz lateral fria, quase como de uma janela de estúdio, criando contrastes suaves e um clima analítico e sofisticado. Fotografia em estilo editorial, com profundidade de campo moderada e composição assimétrica.